Encanto Saúde

“Antes de tudo, o olhar… Não sei se ele enxerga, mas já vi todos os nossos dias, desde o dia que de fato nasci, no dia que me tornei mãe”.

O que somos


Sabe aqueles primeiros dias da chegada do bebê, nos quais todo o planejamento infalível, leituras, cursos, dicas de avós e amigas são insuficientes, porque simplesmente (quase) nada ocorre como imaginado? Medo de “quebrar” o bebê, aquela falta de jeito no banho, e amamentar então…
E sabe aquela enfermeira, que num olhar te passa segurança, que ao sair do hospital você pensou: “ – Ah… se eu pudesse, te levaria pra minha casa…”
Deixa eu te contar: Você pode!
encanto é o acrônimo – junção de duas palavras – “Enfermagem” e “canto”, o que traduz nossa idéia de cuidado humanizado, no lugar onde a ação está acontecendo: sua casa. Oferecemos assistência particular de enfermagem a recém-nascidos e crianças até três anos, além de fomentar melhores práticas na gravidez, parto e pós-parto, adequadas ao contexto familiar. Atuamos ainda em situações de adoecimento do recém-nascido, reduzindo a hospitalização e resgatando a naturalidade do gestar, nascer e crescer com saúde e qualidade de vida.


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Sim, encanto começa com “e” minúsculo mesmo. Deixamos maiúsculo o Amor pela Prática de Enfermagem direcionada a Saúde integral de Mães, Bebês e Famílias!

“No milagre de amamentar, a promessa divina de que o amor se materializa em gotas, e há sempre mais de um coração nutrido”

O que oferecemos


Fomentar cuidado humanizado no nascimento de um bebê vai além de orientar a amamentação em domicílio.

Na ansiedade da espera… Ajudamos as famílias na elaboração da experiência do pré-natal, na reflexão sobre a disposição para o tipo de parto (anuência com a situação obstétrica), da percepção sobre as mudanças do corpo materno aos papéis sociais / familiares; adequação dos produtos necessários para o enxoval e treinamento de cuidados ao recém nascido, com técnicas simples e individualizadas, para todos que estiverem em contato nos primeiros dias do bebê.

Nasceu! Na chegada do bebê, esclarecemos a questão do choro do recém-nascido e como intervir nos detalhes como postura, higiene, identificação de situações de risco e como agir nas urgências. Orientamos o aleitamento materno, na busca de torná-lo de fato um momento prazeroso e sem traumas para a mãe e o bebê; convergindo saberes e práticas familiares à técnica. Nos casos em que não há produção de leite, acompanhamos a translactação e técnicas para auxiliar este período, ou orientamos a execução da alimentação em mamadeira. Nos casos em que o excesso é o problema, ensinamos a ordenha e armazenamento adequado do leite materno.

Adoeceu… Para os casos de Icterícia Neonatal, oferecemos aluguel de aparelho e orientações de cuidado de fototerapia, com o equipamento tipo Bilitron®, da marca FANEM®, protetor ocular e visitas regulares da equipe de enfermeiras especialistas em Neonatologia para acompanhamento e feedback da evolução do recém-nascido ao médico pediatra do bebê, mediante prescrição deste.

Em situações de tratamento com antibióticos, realizamos a administração do medicamento intramuscular e endovenoso. Nos casos de tratamentos endovenosos de longa permanência, puncionamos o Cateter Central de Inserção Periférica – PICC, guiado por ultrassom, e acompanhamento com troca de curativos durante a vigência da terapia. Ambos mediante prescrição médica.

Aumentando o vínculo. Workshops de Shantala e Massagem Toque de Borboleta, individuais, familiares e em grupo de mães, com técnicas que vão além de aplicar uma massagem – estabelecem trocas entre mãe/pai e bebê, numa descoberta constante de novas formas de comunicar-se com o recém – nascido, compreendendo melhor o choro, reduzindo cólicas, irritabilidade e estreitando laços.

Profissionais da saúde. Cursos de Cuidados Intensivos em Neonatologia e Pediatria; Curso Básico para Cuidador de Recém-Nascidos no ambiente hospitalar e domicílio.

“Antes no escuro, quente e líquido, no pensamento e no desejo; hoje diante de mim. Queria que fosse menina, que viesse com meus olhos, as mãos do pai, o queixo da avó. Não foi bem assim, para a minha surpresa, foi melhor: foi amor!”

Quem Somos


Juliana França


Desde 2004 graduada em Enfermagem na UFC, interessa-se por todos que, de alguma forma, apresentam limitações no comunicar: deficientes físicos, sensoriais e recém nascidos, buscando aprimorar formatos no relacionar-se entre cuidadores e essa clientela. Esteve em São Paulo desenvolvendo técnicas alternativas de cuidado na Gama - Maternidade Ativa. Topou com a Vanessa na Especialização em Enfermagem Cardiológica na UECE, voltou-se então ao universo infantil, e seguiu cuidando de bebês no HGF, Gastroclínica, Gonzaguinha de Messejana e formando novos profissionais na graduação da FAMETRO e pós graduação da FVJ. Ampliando seu campo de atuação, fez pós graduação em Auditoria no Cequalle e é Gerente de Auditoria no Hospital Cura d´Ars - São Camilo. Ama o que faz e estende suas pesquisas à formação de educadores do ensino infantil e qualificação de cuidadores de bebês no Ceará. Sonha em escrever sobre todas essas experiências, unindo educação, saúde e amor em uma só obra: o cuidado a bebês no âmbito familiar e unindo família e escola em uma proposta integrada de formação humana.

Roberta Bandeira


Desde 2009 escolheu ser enfermeira, graduada pela Universidade de Fortaleza, e desde que é enfermeira, foi escolhida pelas crianças, inicialmente pelos recém-nascidos no Hospital Geral de Fortaleza após concluir a Pós-graduação em Enfermagem Pediátrica e Neonatal da FGF, posteriormente a Pediatria, liderando a equipe da UTI Pediátrica do Hospital Infantil Albert Sabin e integrando o GAV (Grupo de Acesso Venoso). Continua cuidando dos prematuros no Hospital Gonzaga Mota de Messejana e mantém a singela e dedicada atividade da infância: o balé clássico. Mas o que isso tem a ver com o cuidado de gestantes e crianças? Tudo! Ela empresta a mesma dedicação, força e leveza aos pequenos e famílias no ambiente hospitalar e domiciliar. Descoberta pela Vanessa foi a última enfermeira a integrar o time, e não poderia ser diferente, com tanto em comum e tanto pela profissão!

Vanessa Remígio


Mãe, enfermeira, empreendedora. Necessariamente nesta ordem, trabalha com amor dedicado a bebês desde 2003 cuidando, ensinando e aprendendo na UTI neonatal dos hospitais Gonzaguinha de Messejana e clínica médica do Hospital Waldemar de Alcântara, e já esteve com os recém-nascidos na UTI neo Gastroclínica, HGF e coordenação da UTI Neo da Genesis. Ainda consegue tempo para oferecer Consultoria em cateteres percutâneos através da empresa Prontoserv, e é enfermeira assistencial da Unidade Pós – operatória de cirurgias cardíacas no INCOR Criança - haja coração! Desenvolve ideias para aprimorar técnicas específicas para alívio da dor desde a graduação em 2004 na UECE, passando pela Especialização em Enfermagem Cardiológica também na UECE e, junto com a Juliana e a Roberta, completa o time da encanto saúde do bebê e da mamãe®.

“Antes de pensar, sentir… durante o agir, chorar… sem saber direito, fazer… de todo jeito, acertar. Maternar é tentativa e acerto, do começo ao fim. Não existem iniciativas erradas ”.

Serviços


 

Fototerapia: Inclui aluguel da máquina, protetor ocular e visitas de acompanhamento para orientação do cuidado e avaliação do recém-nascido até a alta do tratamento.

Aleitamento Materno: Consulta + retorno.

Administração de Medicamentos por via intramuscular ou endovenoso.

Orientação à família quanto aos cuidados ao recém – nascido no pré-natal: 4h teórico – prático com material didático + retorno após o nascimento.

Treinamento para cuidadores: 6h teórico – prático com material didático. Carga horária diferenciada e grupos (preço sob consulta).

Workshop Shantala e Massagem Toque de Borboleta: Individual e casal. Carga horária de 4h teórico – práticas.

Punção de Cateter Central por Inserção Periférica – PICC: Procedimento + material.

Período (plantão) 12h de técnico de enfermagem com experiência comprovada em recém-nascidos: Diurno ou noturno.

Troca de Curativos: Procedimento + material.

“Tudo somado, nesse turbilhão de emoções, não paramos pra pensar nos motivos que nos trouxeram até aqui. De tão apegadas à emoção da viagem, permitimos fazer parte deste desafio confiado às mulheres desde que o mundo é mundo: gerar a humanidade é carregar a esperança”.

News


Endometriose e gravidez: é possível

A Endometriose é uma doença caracterizada pela presença de endométrio fora da cavidade uterina, ou seja, em outros órgãos da pelve como: trompas, ovários, intestinos e bexiga. Todos os meses, quando não há fecundação, essa mucosa que reveste o interior do útero descama e é expelido pelo corpo, processo chamado menstruação. Contudo, em alguns casos, uma pequena quantidade de sangue migra no sentido contrário e cai nos ovários ou na cavidade abdominal, onde voltam a multiplicar-se e a sangrar, causando a lesão endometriótica.

Este é um problema comum que pode ocorrer em gerações seguintes de uma mesma família. Embora, normalmente, a endometriose seja diagnosticada a partir dos 15 anos, a doença provavelmente se inicia com a primeira menstruação regular. Atualmente, a doença afeta cerca de seis milhões de brasileiras. De acordo com a Associação Brasileira de Endometriose, entre 10% a 15% das mulheres em idade reprodutiva (13 a 45 anos) podem desenvolvê-la e 30% tem chances de ficarem estéreis, as outras 70% têm chances de engravidarem.

A Endometriose pode ser assintomática. Contudo, ela também se caracteriza por sintomas específicos, como: dor pélvica intensa, quase sempre associada ao ciclo menstrual; dismenorreia, cólica menstrual que aumenta de intensidade e pode incapacitar as mulheres de exercerem suas atividades habituais; dispareunia, dor durante as relações sexuais; dor e sangramento intestinais e urinários durante a menstruação; dificuldade para engravidar e infertilidade.

Diante do diagnóstico de Endometriose, é importante ressaltar que a doença crônica regride espontaneamente com a menopausa, em razão da queda na produção dos hormônios femininos. Enquanto ela não chega, o tratamento são os medicamentos que suspendem a menstruação: pílula anticoncepcional tomada sem intervalos e os análogos do GnRH. Em caso de lesões maiores, em geral, devem ser realizadas intervenções cirúrgicas, retirando as células do endométrio das regiões afetadas.

Em se tratando do desejo de ser mãe, o passo inicial é tratar a doença. Com a doença sob controle, o médico vai avaliar a situação das trompas da mulher e, dependendo do comprometimento da região, a gravidez poderá ser possível por meio de procedimentos de fertilização in vitro.  As chances de fecundação vão depender de diversos fatores, em mulheres com idade superior aos 35 anos, a probabilidade de engravidar diminui, mas a fertilização in vitro é uma alternativa. Em mulheres mais jovens, o índice de sucesso de modo espontâneo chega a 65%. Vale ressaltar que o Brasil é referência mundial no tratamento e acompanhamento de paciente com endometriose.

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